











Concepção Visual:
Ana Paula

00h20As mulheres de verdade
Por Clarah Averbuck
Revista TPM
Eu passei bom tempo da minha vida tentando ser magra. Me estragava com toda a sorte de remédios tarja preta, declarava meu amor pelos efeitos das boletas, tirando a fome, me mantendo acordada e me apodrecendo por dentro. Lindo, palmas para mim. Tentando entrar no padrão que eu nunca iria alcançar porque simplesmente não sou assim. Meu corpo não permite que eu seja magrela a não ser com uma vida de privações que eu não estou nem um pouco a fim de encarar. Só agora me dei conta disso. E a questão aqui nem é ser magra ou gorda ou peituda. O problema é o padrão. Eu fiquei achando fotos da Marilyn Monroe pra mostrar pra quem me enche o saco. Não foi ela um dos maiores sex symbols de todos os tempos? Bom, eu estou bem mais pra Marilyn Monroe e Bettie Page do que pra qualquer uma das magrelas e/ou gostosas malhadas de borracha que posam por aí. Elas tinham celulite e ninguém reclamava. Celulite! Antes eu sofria, agora quase me orgulho. Desde que não seja em excesso (eu até uso uns creminhos, confesso), bem, eu não tenho photoshop pra passar na minha bunda. Essa sou eu e fim. Aí eu fiquei olhando as fotos de todas essas pin ups que todo mundo adora e pensei: como se sentiam as magrelas nessa época? Mal. Certamente. Elas deviam se olhar no espelho e cobiçar quadris roliços, coxas, peitos e até uma barriguinha. Era feio ser magra. Não sei quando o padrão das magrelas entrou em vigor – sim, vigor, como uma lei irrefutável onde, se você não é assim, é errada e tem que entrar na porra do padrão ou fica todo mundo enchendo o saco, “nossa, você engordou, né?” ou “nossa, você emagreceu, né?”. E eles com isso? Elogiosamente ou pejorativamente ninguém tem o direito de ficar falando sobre forma dos outros, sei lá, podem até pensar mas eu me sinto meio invadida quando falam essas coisas. Cada um é bonito do seu jeito. Claro que algumas pessoas podem não se sentir bem com sua forma e quererem se livrar de alguns quilos ou ganhar alguns quilos ou até mesmo botar uns peitos, ora bolas, o corpo é delas e desde que se sintam bem sem ficarem loucas olhando capas de revistas (eu sei porque já fiquei) e simplesmente mirar-se no espelho dizendo: “Olha, esta sou eu, eu estou bonita, me sinto bem e não vou deixar nenhuma besta ficar me dizendo que eu preciso fazer isso ou aquilo”. Não gosta? Sai fora. Meta-se numa festa de modelos de 15 anos e 40 quilos e veja como se sente. E tente conversar sobre qualquer assunto com elas. Sem querer soar preconceituosa, mas tenho certeza de que vai voltar correndo para a vida de verdade, onde as mulheres só são perfeitas nas revistas. E quando são no mundo real é porque dedicam a vida toda a isso. E o resto, as coisas de dentro, os livros, os discos, a vida, bem, pelo menos pra mim o resto é que conta. Descobrir que alguém gosta de mim como sou sem ficar me chamando de “chubby”, fazendo eu me sentir como uma pessoa rejeitada em relação às perfeitas e me deixando triste. Ninguém nunca mais vai me deixar triste ou neurótica comigo mesma. Aprendi a me sentir bem. E fim.
00h06
10h42Nem sei como cheguei ao blog da Tuka, mas confesso que virei frequentadora assídua, do tipo fã de carteirinha.
E ao ler esse post por lá imaginei colocá-lo aqui um dia.
Com a devida autorização da moça de bela escrita, aí está.
Deliciem-se! E se ainda não conhecem a Casa da Tuka não sabem o que estão perdendo.

E no final o sapo não virou príncipe?
Não tem fórmula mágica para um relacionamento dar certo! Não tem príncipe encantado! Não tem manual a ser seguido! Não tem sininhos tocando avisando que aquele sim será o homem de sua vida! Não tem!
O segredo está em saber o que se quer e o que não se quer. Muito simples. Mas nada de ilusões, pois amor nenhum vive de contos de fada. Isso foi muito legal para a Bela Adormecida, e olha que ela ficou cem anos esperando o maldito ir acordá-la!!
Pois bem, se príncipe encantado não existe, fiquemos mesmo com os sapos! Pois são eles que no final das contas nos encantam. Não têm cavalo branco, mas podem te levar no corsinha azul. Não empunham uma espada dourada, mas têm chave de fenda e sabem arrumar a torneira pingando. Não moram em castelos, mas vão te ajudar a financiar o apartamento de dois quartos e sacada. Não governam reinos distantes, mas te levam para viajar de vez em quando. Não te presenteiam com jardins, mas te dão flores.
Os sapos vão te fazer rir, pois não seguem protocolos. Eles vão te dar os beijos em público mais maravilhosos do mundo, pois não se preocupam com o que vão falar. Vão te dizer que você está uma delícia com esse vestido novo, pois se orgulham do mulherão que têm. Vão te deixar morta de cansada de tanto trepar, pois não fazem apenas amor, eles trepam, e bem! E trepar é preciso nessa vida. Vão te olhar nos olhos e dizer te amo, pois não têm vergonha de demonstrar sentimento. Vão te dar filhos lindos e não herdeiros de trono.
Se você chegou até aqui neste texto, percebeu que sapo foi a maneira figurada que encontrei para chamar um homem de carne e osso. Príncipe é história da carochinha.
Pois bem, se no beijo nada aconteceu, sininhos não tocaram, a mágica não tomou conta, a música tema não tocou, o Shrek ainda é um ogro - bem-vinda ao mundo real. Pois aqui é assim, os príncipes ficam bem é mesmo depois de cem anos nos fazendo esperar. Os sapos? Já estão por aí, basta saber procurar o que te faça feliz. E até achar, divirta-se!
00h10
Desde que o mundo é mundo, meninas e meninas tocam, exploram e descobrem o seu corpo pra depois investir no corpo do outro. Convencionou-se que os machos podem continuar com o exercício depois de adultos. Para eles essa prática é permitida, incentivada.
Já para muitas de nós é aquela coisa gostosa e proibida e que não se conta que faz nem pra melhor amiga.
Masturbar-se deveria ser um ato natural e que faz parte da busca por uma vida sexual normal e saudável. No entanto, a masturbação feminina ainda hoje envolve mito e é encarada como falta de homem, sinônimo de vida sexual entediante e/ou frustrante. Santa ignorância....
A masturbação permite explorar o próprio corpo e descobrir as sensações, gestos e carícias que mais excitam,já que conhecer melhor as necessidades sexuais é a melhor maneira de satisfazê-las. Nessa relação consigo mesma encontra-se um prazer vindo de uma excitação encomendada, que permite uma atitude mais lúcida e crítica a respeito do sexo. Além do mais, é cientificamente provado que quem pratica a masturbação tem vida sexual mais plena, mais sadia e mais ativa por mais tempo. O orgasmo aumenta a circulação sangüínea, combate o estresse, fortalece os músculos da pelve, aumenta a luminosidade da pele, tem efeito relaxante tanto físico como emocional.
O prazer sexual na categoria luxo deve vir a dois, mas esse prazer de segunda categoria não deve ser descartado. Se o corpo da gente merece ter prazer, que ele venha do jeito que vier pelo toque de que mão for. Nem que seja com a sua própria mão, pois não há nada de errado em dar prazer a si mesma.
00h19
12h06A convidada de hoje é Aluska do Brincando de Carpe Diem
Não se iludam com a carinha de anjo da moça. Leiam e comprovem se ela não é totalmente (a)normal:
E um dia eu recebo o e-mail mais esperado dos últimos tempos: um convite para postar no blog mais legal e criativo que eu já conheci. E como (a)normal educada que sou fui logo vasculhar meus arquivos. E achei alguns momentos sem noção de alguém que não sou eu, mas uma anormal. Uma de nós. Aí vão alguns desses episódios. Have fun! Obrigada, meninas, por me deixarem participar desse mundo.
Momento sem noção I
Trocando de roupa para sair...
Mammy: Você vai mesmo?
Eu: Quem mais vai sou eu, mainha!
Mammy: Quero ver seu estado quando chegar
Eu
(Cinco minutos depois ela volta ao meu quarto com um copo d'água e um engov.)
Mammy: Tome... Que cu de bêbu não tem dono.
Eu (emocionada): Só tuuuuu, mainha!
Mammy: Eu sei bem a filha que eu tenho.
Momento sem noção II
Saindo de casa com uma das minhas amigas anormais.
Eu: Peraê que vou na padaria comprar meu café da manhã!
(Volto com uma lata de cerveja.)
Anormal: Ôxe! Tu não ia tomar café?
Eu: É que não tinha café. E no feriadão eu decidi fazer aquela dieta de líquido.
Momento sem noção III
Na chegada...
Eu: Meniiiiina! Finalmente!
Ela: Olha só o que eu comprei pra gente.
(E mostra uma garrafa que parece uísque, mas não é!)
Eu: O que é isso?
Ela: Nem sei, mas cabia no bolso. Deve ser aguardente. É do nterior do Piaui.
Momento sem noção IV
Em uma das ladeiras depois..
Eu: Bora parar pra beber aquela cachaça.
Ela: Pera, vou paquerar o cara do isopor e conseguir gelo.
(Volta com dois copos, gelo, um refrigerante e um fã a mais no currículo.)
Ela: Argh, que troço forte!
(Alguns minutos depois na segunda dose da bebida.)
Eu: Pela cor dá pra gente fingir que tá bebendo Red Label.
Ela: Meu filha, isso aqui é melhor, isso é Piauí Label! Vou tomar é puro!
Momento sem noção V
Amiga bêbada: - Ei, tu visse sicrano?
Eu: - Vi passar faz um tempo... o que foi?
AB: - Droga! E agora?
Eu: - Que foi? Tu vai voltar com ele? Eu te deixo...
AB: - Não, pô! Ele é meu patrocinador! Ele que tá pagando meu álcool! Tá patrocinando a minha felicidade!
Eu: - Ahhhh! Se tu encontrar com ele pede pra pagar a minha felicidade também! Mas a minha é mais cara, um carro novo e uma casa na praia!
Isso tudo porque de mulher tenho muito. E de anormal, mais ainda.
10h38Mais um texto de Ailin Aleixo por aqui.
Não ligo muito para bunda de homem. É claro que quando uma redondinha passa pela minha frente, dou uma conferida - até para as desencanadas como eu, um belo traseiro masculino é item raro e de altíssimo valor estético. Também não sou aficcionada por mãos. Apesar de adorar quando elas se enfiam nos lugares certos e tiram minhas roupas com competência, não sou do tipo que tem arrepios de tesão diante de uma palma larga.
A parte do corpo do homem que mais me agrada anda meio desprezada hoje em dia. É um canto onde só quem ama tem acesso e apenas quem não tem medo de sua própria vulnerabilidade, usa. Visível para qualquer um, mas que quase ninguém nota.
Sempre achei sexo algo descomplicado e espontâneo podendo, inclusive, ser muito bom mesmo quando isento de intimidade (essa aura misteriosa e quase mágica que ainda paira no inconsciente coletivo é tão presente no dia-a-dia quanto jantar à luz de velas). Por isso não considero a transa o momento máximo de entrega entre duas pessoas - se fosse, qualquer relação de prostituição seria amor. A maior intimidade que um casal pode conquistar não requer nudez, gemidos ou penumbra. Ela fica disponível, esperando ser requisitada, exatamente no lugar que mais me atrai na solidez corpórea de um homem.
Não me apaixonei muito na vida apesar das possibilidades de paixão terem sido grandes. Só depois de terminados o ardor e o desespero que sempre vêm atrelados a esse sentimento difícil, compreendi o porquê ter me perdido em outra pessoa em tão raras ocasiões: só eles, esses poucos amores, me deram voluntariamente o que eu sempre precisei (e preciso até hoje), se deram conta dessa necessidade que passa longe do interesse no limite do cartão de crédito e que não tem vínculo algum com brilhantes elucubrações e incontestáveis demonstrações de saber. Só eles notaram ser essencial deixar essa pequena área sempre à disposição porque quando os momentos difíceis nos alcançam, ou os bons, é sempre no resguardo desse canto que eu repousava minha aparente força, chorava de alegria, me abandonava de cobranças e medos.
Intimidade não são dois corpos nus e cansados depois do sexo, não é compartir dívidas ou nomes na conta-corrente e tampouco usar a mesma escova de dentes. Não é traçar planos a longo prazo porque eles, a qualquer momento, podem ser levados embora como árvores num vendaval (tão fortes na teoria, não frágeis na prática); não é saber de cor as respostas do outro, deixar de usar pimentão porque ele não gosta, jamais tocar aquela música que traz más lembranças a ela. Isso é vida a dois que pode (infelizmente) ser vivida por semi-desconhecidos.
Para mim, a intimidade se faz real quando me aninho mansamente no espaço macio entre o pescoço e o peito dele e apenas fico ali, sem necessidade de palavras. Intimidade é o momento no qual silencio a mente (e o mundo) e repouso a cabeça no meu porto-seguro, na parte mais fascinante e suave do corpo masculino: o ombro do homem que amo.
00h13
17h00E como hoje é sexta, taí a convidada de hoje:
Anucha do blog " Se eu tivesse mais alma pra dar, eu daria..."
Deliciem-se com o texto escolhido por ela.
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Nem sei mais como foi que cheguei no "As (a)Normais”. Só sei que foi através da Mônica, do "Diário de mim mesma".
Me achei lá e me divirto aqui! Acho bacana a forma descontraída e sarcástica com que se fala sobre aqueles que nos dão prazer e nos mata de ÓDIO muitas vezes. Mas vamos combinar: a gente não PODE viver sem eles, né? Pior são eles, que não CONSEGUEM viver sem a gente. Tadinhos!!!
Valeu, Monquita, pelo convite. Fiquei toda convencida. Tomara que elas gostem de ler o que um homem que sabe o que quer disse de nós:
as mulheres amadurecidas, no ponto, da vez!
Beijoconas para as demais sócias, porque agora eu posso dizer que também sou. (hehe)
Mulheres Maduras
Maurício Cintrão é jornalista e cronista
O tempo passa e as mulheres maduras continuam me encantando.
Aliás, o encantamento é cada vez maior. Essa coisa de menininha bonitinha é para quem tem energia demais para desperdiçar.
Prefiro o manejo racional de recursos. Mais do isso, já estou na fase de pensar na preservação das minhas espécies em extinção.
Não sou a Mata Atlântica, e já não tenho aquela lenha toda.
Depois de uma certa idade, a gente deixa de lado o interesse superficial.
Beleza continua sendo fundamental. Mas precisa ter aquele olhar da
experiência, da loba. Precisa ter conteúdo.
E isso só o tempo traz. É por essas e por outras que sou mais a Ana Maria Braga do que a Daniella Cicarelli.
Eu sei, eu sei. Muitos dos meus amigos vão dizer que só falo isso porque estou longe das duas.
Porque, se pudesse escolher, eu preferiria a VJ modeladinha à apresentadora global. Pois eu reafirmo a escolha.
Na emergência, é a categoria de quem já fez que conta.
Com o charme característico de quem já viveu do bom e do ruim.
É uma escolha que não tem a ver apenas com a idade.
Tem a ver com a maneira de enxergar o mundo.
Prefiro a mulher deslumbrante à deslumbrada.
Aquela que define o parceiro pelo faro e não pelo marketing.
Por exemplo, que prefira a mim e não ao Leonardo Di Caprio.
E eu tenho a certeza de que não estou sozinho nessa maneira de pensar. Veja o Gianechinni, por exemplo.
Com tanta gatinha dando em cima, ele preferiu a Gaby.
Belíssima escolha, aliás. Menino ajuizado e de bom gosto.
Porque, nesses casos, não é preciso perder tempo explicando nada.
A gente vai lá e ama o amor sem legenda, sem tecla SAP, sem dicionário.
O importante não é a roupa da moda, mas o beijo de entrega.
Não interessam as bobagenzinhas de butique, mas a maneira de abraçar.
Um olhar vale mais do que mil conversas.
Uma conversa vale por uma noite de amor.
É difícil de explicar essas sutilezas para a molecadinha.
Imaginem este dinossauro tentando dizer para a gatinha turbinada que é preciso criar um clima, ter luz difusa e muito beijo demorado.
Não funciona, nem fazendo desenhinho. É uma questão hormonal.
Você que é mais jovem, vai entender disso no futuro.
Mulher interessante tem que ter mais de 30, sem limite de idade para
continuar em forma.
É aquela tiazona de quem você ri agora.
É riso histérico de novato diante de uma grande verdade da natureza.
00h08
Tem coisa pior que uma cantada de quinta????
Agora é a sua vez:
Conta aí qual foi a pior cantada que você já levou na vida.
12h11
* Enviado por e-mail pela Anucha.
Obrigada, querida.
Com certeza você merece a carteirinha de (a)normal.
09h15
E com vocês a minha querida amiga Cacau do blog No limite da razão:
O convite da Mônica me pegou de calças curtas; ando sem inspiração e com zilhões de coisas na minha cabeça. Por isso, recorri aos meus arquivos. Encontrei esse diálogo, que já foi postado no ano passado no Diálogos Soltos e achei que veio bem a calhar.
Ora, queremos homens que nos agrade, não? Então, por quê não "alfabetizá-los"? A maioria deles não tem o menor jeito para conquistar uma mulher. Tadinhos... tão crus...
Bem, eu espero que gostem.
Beijins e inté!

Como Perder Uma Mulher
- Olha, vou te dar um conselho: quando sair com a moça, não fume dentro do carro. Sabe como é, o cheiro fica impregnado e logo no primeiro encontro ir fedendo a cigarro é mals.
- Mas e se eu passar perfume?
- Aí piora. Ajunta o cheiro do cigarro com o do perfume.... eeeeecaaaaaaa!!!
- Então, não posso fumar?
- No carro, não. E não esquece de deixar um chicletinho à mão... senão ela vai achar que tá lambendo um cinzeiro. E seria bom levar uma flor.
- Pô, mas as mulheres são exigentes, hein?
- Ué, por quê? Você por acaso gosta de mulher fedida?
- Claro que não! Mulher tem que ser cheirosinha.
- E os homens também!!!
- Bom, deixa eu ver se entendi: posso passar perfume, mas não posso fumar dentro do carro e tenho que mascar chiclete depois de fumar e levar uma flor, é isso?
- Tá, a flor se quiser não precisa levar, vai... mas o resto tem que fazer. Tou te falando isso, porque não quero que leve outro fora. Sabe como é... essas coisinhas contam e muito.
- Humm... er.....
- O quê?
- Posso perguntar uma coisa?
- Pode.
- Soltar pum nem pensar, né?
08h09