Ana Paula e Mônica

Duas mulheres na faixa dos 40 que levam a vida ( quase sempre ) no maior bom humor, acreditando que rir ainda é o melhor remédio desde que o Prozac esteja na bolsa, claro.

totalmenteanormais@yahoo.com.br

Funciona assim:

na segunda - Mônica

na quarta - Ana Paula

na sexta - Convidada(o) especial


Passado a limpo:

01/11/2005 a 30/11/2005
01/10/2005 a 31/10/2005
01/09/2005 a 30/09/2005
01/08/2005 a 31/08/2005
01/07/2005 a 31/07/2005
01/06/2005 a 30/06/2005
01/05/2005 a 31/05/2005
01/04/2005 a 30/04/2005





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Anormalidades Pessoais:

Mônica

Ana Paula

Concepção Visual:
Ana Paula



 

 

 



Publicado por: Monica 13h34
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Eu, absolutamente, sem saber o que escrever...
Nada de interessante pra postar...vasculhei o bloco de notas, sacudi, virei de ponta cabeça. Nem uma piadinha, nem um texto esquecido...nada! O melhor que consegui foi lembrar de um diálogo no sense que tive hoje, pela manhã.

A secretária chegando ao trabalho, manda interfonar pra me acordar, como faz todos os dias.
A Campainha está queimada. Já é a terceira que queima e não quero comprar outra. Meu sono é descontrolado e as "crionças", atocham o dedo, até eu acordar e abrir a porta. Deduzi, que detesto campainhas! O interfone é mil vezes mais eficiente, não queima e está incluso no condomínio.
Daí, quando estou abrindo a porta, escuto a vizinha, conversando no corredor:
- Que cheiro de cigarro! Meu apartamento vive fedendo a cigarro, não sei como?! Ninguém fuma lá em casa!!   Odeio cheiro de cigarro!
Ainda na porta:
- Aimara, você tem um cigarro? O meu acabou. Me dá um dos seus?
Acendo o cigarro e dou aquela baforada, típica do fumante seco de vontade de fumar. Olho pra vizinha, com um largo sorriso no rosto (teatral, lógico!) e a cumprimento:
- Oie! Boooom diaaa! Tchauzinhooo!
E fecho a porta.
A vizinha é delegada...será que cheiro de cigarro dá cadeia? Ooooops...que meda!

Não pode fumar no shopping, em restaurante também não. No cinema nem pensar, nas lojas muito menos, no carro do marido, não.
Ora, só falta eu não poder fumar na minha casa porque a vizinha sente o cheiro!
- Ô fulana, vai tomar...ó!



Publicado por: Ana Paula 02h39
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  Dois clitóris se encontram:
  - Me disseram que você sofre de frigidez...
  O outro rapidamente responde:
  - São as más línguas...

 Enviado pela minha querida Ana Maria do blog MANIA DE INTIMIDADE , que sempre me alegra com seus e-mails divertidos.

Comunicado!

(A)NORMAIS DESSE BRASIL FEMINIL, Estamos concorrendo ao selo dourado do BLOGSTARS! Nem precisa falar que é pra votar, né?



Publicado por: Ana Paula 00h39
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Grandes e pequenas mulheres
Martha Medeiros

 

Há mulheres de todos os gêneros. Histéricas, batalhadoras, frescas, profissionais, chatas, inteligentes, gostosas, parasitas, sensacionais. Mulheres de origens diversas, de idades várias, mulheres de posses ou de grana curta. Mulheres de tudo quanto é jeito. Mas se eu fosse homem prestaria atenção apenas num quesito: se a mulher é do tipo que puxa pra cima ou se é do tipo que empurra pra baixo.

Dizem que por trás de todo grande homem existe uma grande mulher. Meia-verdade. Ele pode ser grande estando sozinho também. Mas com uma mulher xarope ele não vai chegar a lugar algum.

Mulher que puxa pra cima é mulher que aposta nas decisões do cara, que não fica telefonando pro escritório toda hora, que tem a profissão dela, que o apóia quando ele diz que vai pedir demissão por questões éticas e que confia que vai dar tudo certo.

Mulher que empurra pra baixo é a que põe minhoca na cabeça dele sobre os seus colegas, a que tem acessos de carência bem na hora que ele tem que entrar numa reunião, a que não avaliza nenhuma mudança que ele propõe, a que quer manter tudo como está.

Mulher que puxa pra cima é a que dá uns toques na hora de ele se vestir, a que não perturba com questões menores, a que incentiva o marido a procurar os amigos, a que separa matérias de revista que possam interessá-lo, a que indica livros, a que faz amor com vontade.

Mulher que empurra pra baixo é a que reclama do salário dele, a que não acredita que ele tenha taco pra assumir uma promoção, a que acha que viajar é despesa e não investimento, a que tem ciúmes da secretária.

Mulher que puxa pra cima é a que dá conselhos e não palpite, a que acompanha nas festas e nas roubadas, a que tem bom humor.

Mulher que empurra pra baixo é a que debocha dos defeitos dele em rodinhas de amigos e que não acredita que ele vá mais longe do que já foi.

Se por trás de todo grande homem existe uma grande mulher, então vale o inverso também: por trás de um pequeno homem talvez exista uma mulherzinha de nada.


Publicado por: Monica 23h39
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A nossa convidada especial dessa sexta, é a JACK do blog JACK não tá fazendo nada...
Uma DINOSSAURA que nos brinda com seus causos e memórias, enquanto funcionária de uma ilustre intituição financeira.
Tem uma escrita leve e engraçada que nos faz voltar no tempo. Eita, que tempo bom! Quantas e quantas vezes, me peguei relembrando da minha infância, graças a ela. Das calças boca-de-sino, das saias balonê...que a maioria de vocês nunca ouviu falar. De um tempo, em que se brincava de roda nas ruas do Brasil, sem o risco da bala perdida.
É isso pessoal, poderia escrever horas à fio sobre os momentos bons que passei lendo a JACK.
E pra quem ainda não a conhece e por isso, não se tornou um(a) fã, como eu, aqui vai uma amostrinha.

Mamuska, Papuska e Mikavoiska

Existem também (a)normais no reino animal. Alguém duvida? Minha filhota de outra espécie (como a costumo chamar), é completamente assim. Vou preservar sua identidade. Vou chamá-la de Mikavoiska. Vai que o sindicado dos felinos descobre que a estou expondo dessa maneira... Ganho um processo nas costas! Gatos são muito rotineiros e metódicos. Mikavoiska não é diferente. Até que dou um certo desconto. Coitadinha, gatinha carente, abandonada na rua. Sabem como é. Adotei-a após minha outra filha-felina ter ficado na mesa do vet, tirando tártaro... Mas isso não vem ao caso agora. Voltando... Li outro dia algo sobre Deus. Deixa tentar reproduzir aqui: O cachorro diz: "Você me acaricia, me alimenta, me abriga, me ama - Você deve ser Deus!” O gato, por sua vez diz: "Você me acaricia, me alimenta, me abriga, me ama - Eu devo ser Deus!!!!!” Isso denota o quão “centro do universo” os felinos se acham. Mikavoiska tinha sua rotinazinha diária. Eu saia de casa pra trabalhar por volta das 10,30 hs. Ela ficava dormindo a tarde toda. Acordava quando eu chegava. Vida boa, né? Como dizem meus filhos: VIDÃO! Quando me aposentei, ela começou a estranhar minha maior presença dentro de “seu” espaço. Pois eles se acham donos da “sua” casa, pode ter certeza! Olhava pra mim, miava e devia “pensar”: - “O que essa maluca agora faz tanto tempo aqui dentro do “meu” cafofo? Será que ela não sabe que tem que me sustentar? Gosto tanto daquela ração importada... Ai, ai, ai... Que será que me espera? Sem-emprego, sem-teto, sem-ração, sem-abrigo, sem-banho, sem-corte-de-unha, sem-água-da-torneira? Caraca! E se só me sobrar o afago? O que fazer? Fujo de casa... Levo minha cuia, meu comedouro, minha almofada, meu afiador de unhas, minha torneira, minha dignidade. Aqui não fico mais...” Sim amigos, ela não bebe água normalmente. Somente direto da torneira. Ela mia e a gente tem que abrir a torneira pra ela beber... Eu não mereço??? Fora que quando ela quer comer, tenho que ficar olhando. Totalmente explicável sua identificação com esta que vos escreve, correto? Ela me adotou como mamuska, fazer o quê? Agora imaginem o seguinte: papuska também aposentou. E agora? Dois no meu espaço exclusivo? No início quase pirou de vez. Fazia até cara de brava pra ele. Como quem dizia: “Até tu, Papuska???” Mas agora quase já acostumou também. Afinal já faz um tempinho que ela vê papuska participando ativamente de nossa rotina caseira diária. Ou seria, da rotina dela???


MIKAVOISKA

Beijos, Leda e obrigada por dividir essa delícia com a gente! 



Publicado por: Ana Paula 04h43
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E num certo Cruzeiro pelas Bahamas...
Como vão as férias, Mônica?   
  

Querido diário. Primeiro dia.

Estou toda arrumada e pronta para embarcar num cruzeiro pelas Bahamas. Arrumei meus belos vestidos e toda a minha maquiagem. Estou realmente entusiasmada.

 Querido diário. Segundo dia.

Passamos o dia inteiro no mar. Tudo muito bonito, vimos algumas baleias e golfinhos. Parecem ser as férias maravilhosas que eu esperava. Conheci hoje o Capitão do navio e ele aparenta ser um homem muito agradável.

 Querido diário. Terceiro dia.

Passei algum tempo na piscina hoje. Também fiz algum shuffle boarding e bati algumas bolas de golfe fora da coberta. O Capitão me convidou para juntar-me à mesa dele para o jantar. Eu me senti honrada e todos curtimos um jantar maravilhoso. Ele é um cavalheiro muito atraente e atento.

 Querido diário. Quarto dia.

Estive no cassino do navio. Tive sorte e ganhei US$80. O Capitão me convidou para jantar com ele, em seu luxuoso aposento. Curtimos uma refeição maravilhosa e completa, com caviar e champanhe. Ele me pediu para ficar a noite, mas eu recusei. Eu disse que não havia nenhuma possibilidade de ser infiel ao meu marido.

 Querido diário. Quinto dia.

Voltei à piscina hoje para melhorar o meu bronzeado. Decidi ir ao Piano Bar e passei o resto do dia lá. O Capitão me viu e tomamos uns drinques. Ele é realmente um cavalheiro encantador e me pediu novamente para visitá-lo em seu aposento, à noite. Ele me disse que se eu não concordasse ele afundaria o navio. Eu me senti intimidada.

 Querido diário. Sexto dia.

Salvei as vidas de 1600 pessoas hoje... duas vezes. Pena que eu não tenha salvo as vidas dessas pessoas logo no primeiro dia...



Publicado por: Ana Paula 03h16
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Boa semana, (a)normais!



Publicado por: Monica 15h04
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Estranhando a ausência da convidada especial????

Pois é...Esqueci de convidar...

Sim, eu estou desmiolada, desmemoriada, tantan, lelé, pirada.....

Fiquem aí com a tirinha da Maitena que já tá de bom tamanho....

Retornaremos com a programação normal tão logo o psiquiatra me dê alta!

 Bom finde!



Publicado por: Monica 13h26
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Para que Ninguém a Quisesse...

 Porque os homens olhavam demais para a sua mulher, mandou que descesse a bainha dos vestidos e parasse de se pintar. Apesar disso, sua beleza chamava a atenção, e ele foi obrigado a exigir que eliminasse os decotes, jogasse fora os sapatos de saltos altos. Dos armários tirou as roupas de seda, da gaveta tirou todas as jóias. E vendo que, ainda assim, um ou outro olhar viril se acendia à passagem dela, pegou a tesoura e tosquiou-lhe os longos cabelos.

Agora podia viver descansado. Ninguém a olhava duas vezes, homem nenhum se interessava por ela. Esquiva como um gato, não mais atravessava praças. E evitava sair.

Tão esquiva se fez, que ele foi deixando de ocupar-se dela, permitindo que fluísse em silêncio pelos cômodos, mimetizada com os móveis e as sombras.

Uma fina saudade, porém, começou a alinhavar-se em seus dias. Não saudade da mulher. Mas do desejo inflamado que tivera por ela.

Então lhe trouxe um batom. No outro dia um corte de seda. À noite tirou do bolso uma rosa de cetim para enfeitar-lhe o que restava dos cabelos.

Mas ela tinha desaprendido a gostar dessas coisas, nem pensava mais em lhe agradar. Largou o tecido em uma gaveta, esqueceu o batom. E continuou andando pela casa de vestido de chita, enquanto a rosa desbotava sobre a cômoda.

 Marina Colasanti




Publicado por: Ana Paula 19h48
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Eu tenho dedo podre

Quando soube que, aos 16 anos, eu estava namorando o filho mais velho do Paulo César Pereio, minha avó – cuja filha já havia namorado o próprio Pereio – foi categórica: “Essa menina tem dedo podre”. Assim começava, há dez anos, minha longa carreira de mulher exército da salvação.
Fui me aprimorando. Não caio em qualquer roubada, só nas piores. Num raio de cem quilômetros, escolho justamente o homem mais enrolado e confuso, no momento de vida mais desestruturado. Um tipo que realmente dá trabalho, toma remédio e se afunda na cama. E que, a mim, encanta.
Principalmente, se o sujeito em questão tiver universo próprio, eu chapo. Se for inteligente e sensível, fora do padrão, ou seja, extraordinário, eu gamo. E se, ainda por cima, for um gênio maldito com sotaque, eu fico louca – com destaque total para pernambucanos e gaúchos, espécie de conterrâneos no território da loucura.
Mas... Depois de sucessivas e incessantes escolhas enviesadas, fui obrigada pelo meu sistema de defesa a analisar o fenômeno “é roubada? Tô dentro”. E cheguei a conclusões funestas.
É onipotência. É narcisismo. É vício no tumulto.
Uma roubada é uma roubada, a miragem de um oásis possível, não o oásis em si. E costuma nos deixar feridas, sem, necessariamente, as dádivas do processo amoroso.
Na roubada, os vetores se invertem. Confusão torna-se sinônimo de intensidade, e desgaste, de investimento – não um consumir-se pelo atrito pouco a pouco. Nesse terreno inóspito, um relacionamento torna-se excêntrico sem antes ter um centro.
Surge um flashback da infância, quando eu imaginava que pra brincar na casinha da quadra de areia, durante o recreio, fosse necessário limpar a areia da casa – obra que consumia o recreio inteiro.
Talvez eu tenha permanecido a reformadora dos tempos do jardim-de-infância, uma espécie de Pereira Passos do amor, miss mãos à obra, que agora deseja fugir da própria compulsão para escolhas erradas, cujo sonho maduro de consumo afetivo é um homem com o caminhãozinho Fenemê, de eixo desalinhado, pneus lisos pelo uso, daquele tipo que sempre precisa de um mecânico por perto, mas que tem o tamanho quase acertado pro meu montinho de areia.


*Antonia Pellegrino escreveu com Maria Carmem Barbosa e Miguel Falabella a novela A Lua Me Disse. Está nas antologias Dentro de um Livro, Paralelos, 17 Contos da Nova Literatura Brasileira e Prosas Cariocas. Edita o blog www.invejadegato.blogger.com.br

** Fonte: site TPM



Publicado por: Monica 09h47
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A convidada de hoje é a Cecilia do blog Queimando navios . Leiam aqui e depois passem lá e conheçam o poder de escrita que essa moça tem.

Eu, particularmente, sou fã !!!!

 

De Salto alto

 

O coração dispara e você abre um sorriso automático. Depois raciocina e pensa que é melhor conferir se aquele e-mail foi realmente endereçado a você, aí sim você abre um sorriso consciente. E é então que começam as borboletas na barriga, o suor frio nas mãos, a insegurança, o medo de não ser capaz... Depois você precisa olhar para si mesma e dizer com todas as letras: - você é uma mulher e não um rato, por isso responda o e-mail e diga que aceita. É mais ou menos essa a sensação de uma blogueira ao receber um convite pra escrever no “As (a)normais” - o ápice da sua carreira “bloguística”. Eu, obviamente, tô me sentindo...  Por falar nisso alguém tem uma agulha aí pra me secar?

 

Rasgações de seda à parte, vamos falar sobre o que por aqui mais se comenta – ser mulher.

 

Temos algumas desvantagens sim: não fazemos xixi em pé, menstruamos todos os meses (o que implica em cólicas e TPM), temos que nos expor a certas torturas como depilação e escova (sem contar o saco de arranjar tempo semanal para fazer as unhas), temos uma necessidade vital de discutir a relação, não conseguimos desatarraxar vidro de azeitonas ou matar uma barata (funções, que na minha opinião, são as únicas para as quais os homens são imprescindíveis, ressaltando que, para fazer sexo eles são necessários, mas ainda contamos com nossos próprios recursos), precisamos de mais do que seis cervejas para resolver nossas crises existenciais , somos sensíveis demais e por isso quase sempre nos estressamos com certas atitudes masculinas que, por mais que expliquemos, eles não têm a capacidade de compreender; e por aí vai... Porque esta lista é enorme...

 

Em compensação temos algumas vantagens que superam todas as outras desvantagens:

 

1) Não brochamos, ou melhor, ninguém vê que brochamos e podemos perfeitamente inventar uma dor de cabeça sem que ninguém nos chame de ruim de cama por isso;

 

2) Temos orgasmos múltiplos e podemos fazer sexo quantas vezes quisermos por dia;

 

3) Podemos ficar excitadas sem ninguém perceber, essa pra mim é uma das “mais mais do disque e toque” *;

 

4) não pagamos a conta, no máximo rachamos e nesse segundo caso é sempre bom repensar a relação;

 

5) E como diria a sabedoria virtual popular, leia-se “e-mail sem futuro”: FAZEMOS TUDO QUE UM HOMEM FAZ,  SÓ QUE COM UM DETALHE: DE SALTO ALTO...

 

 

* jargão cearense- disque e toque é um programa de uma rádio popular, as mais mais são as melhores




Publicado por: Monica 00h07
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Curtíssimas...

Um cientista americano descobriu em seus estudos que as pessoas que lêem seus e-mails com a mão pousada sobre o mouse tem atividade sexual insatisfatória.
Ah... Não vale tirar a mão agora.

AGORA...É TARDE!!!!

***

O POVO BRASILEIRO DEVE ESTAR ATENTO QUANTO ÀS INFORMAÇÕES QUE SÃO VEICULADAS NA
IMPRENSA E ANALISAR, PONDERADAMENTE, ANTES DE QUALQUER ATO IMPENSADO.

COM RELAÇÃO À FESTA QUE OCORREU NUM HOTEL EM BRASÍLIA QUE FOI PUBLICADO, COM A
PRESENÇA DE VÁRIOS DEPUTADOS E PROSTITUTAS, AGORA DESCOBRIU-SE QUE NADA MAIS ERA
DO QUE UMA SIMPLES COMEMORAÇÃO DO "DIA DAS MÃES".

- BANDO DE FILHOS DA PUTA!!!!!!!!!!!!!!!!!



Publicado por: Ana Paula 23h51
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Hoje a convidada, pra mim, é mais que especial.

Ela saiu da blogosfera pra fazer parte do meu mundo real. E digo a vcs: ela é show! Sou fã dos seus escritos e sou fã do seu sorriso largo. É minha vizinha, minha louruda, minha vaca chiquérrima, é minha amiga!

Com vocês, Marcia do Brincando com Palavras :

GRAÇA

Sentada na cozinha, tomando café da manhã ouvindo histórias de vida da Graça, minha ajudante nascida na Paraíba, terra boa de mulheres fortes.... Escuto com atenção sem fazer ponderações pra não distrair. Me fala que à noite acorda e pensa que o destino já é traçado mesmo antes de nascer, ela diz:


- sabe? dão pra gente caminhos, a gente escolhe ou nem escolhe, vai a luta e as dificuldades vão carregando a gente, sem muito motivo pra mudar, eu pelo menos, estou feliz de ser eu, de ter minha família, de ser mãe das minhas filhas, esposa do Jorge, não sei se tivesse escolhido outro atalho teria sido tão feliz 


Olhei pra Graça, encarei sua honestidade, sua humildade de mulher nascida e criada na roça, na fome, trabalhando mesmo antes de saber assinar seu nome, vindo tentar vida na cidade grande, conheceu o álcool, foi apresentada por vielas à famigerada droga, levou paulada, caiu, levantou, obrigada a chamar todo mundo de "Seu Doutor", hoje na crença em Jesus Cristo Nosso Senhor, dando dízimos do pouco que tem, sendo cordata mesmo sem aceitar as imposições do Pastor, afinal ele é máximo dentro daquela casa escolhida por ela e sua família....
Essa moça que tem nome de santa, que faz graça da dor, que é fiel aos amigos, à sua terra querida sem nunca ter voltado lá...
Sorri faceira quando lhe chamam de mulher macho em alusão a sua "nascença"....
Olhando ainda pra ela, lembrei que lá se vão 10 os anos que esta aqui....
Cada dia essa moça baixinha, trabalhando com alegria, ao som do rádio que toca, dançando com a vassoura (quando brincando falamos que não deve dançar, pois é crente, ela olha e dá risada, sou crente mas num tô morta) caprichando no tempero gostoso, vai me dando lição de otimismo até quando fica na fila toda a madrugada pra conseguir ser atendida pelo médico de plantão...
Chega sempre cedinho, faça chuva ou faça sol, deixa em casa as meninas, aos cuidados do marido, agora do trabalho afastado, por ter muita convulsão..
Essa é a mulher brasileira, forte, decidida e guerreira feliz com o que a vida lhe dá....
Não sei porque falei da Graça. Acho que sua felicidade assumida nessa vida tão doída mexeu com meu coração. Daí quis tornar pública minha alegria em ter uma Graça cheia de graça bem aqui....ao alcance da minha mão.



Publicado por: Monica 23h06
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Aventureira e libertária

Seu nome verdadeiro era Ana Lins dos Guimarães Peixoto Bretas. Quando completou 95 anos, ela  disse: “venho do século passado e trago comigo todas as idades do mundo”. 

Aventureira e libertária.
A Ana que virou Cora e foi rejeitada pela cidade, criou asas e ganhou fama.

Cora, Aninha, Anica, Anita era todas numa só, pequenina, franzina, eternamente atarefada, permanentemente escritora. Erram os que tentam reduzi-la à condição de poeta, ou poetisa. Era contista, cronista de tempos passados e presentes. Jornalista também, observadora distante e crítica, fiel redatora de fatos e acontecidos...

...Virou Cora aos 15 anos, o pseudônimo uma exigência para disfarçar a escritora, que moça prendada e casadoira não perdia tempo com manuscritos. Cora, derivativo de coração, identidade que a diferenciava de tantas Anas da cidade, batizadas todas em homenagem à santa padroeira. Coralina ainda demorou algum tempo, surgiu depois, soma perfeita de sonoridade e tradução literária. Cora Coralina, coração vermelho, gostava de contar. "Lindo, não é?"...

“Flagrada em São Paulo pela Revolução Constitucionalista de 1932, alistou-se como enfermeira, costurou bibicos (bonés), uniformes, aventais. Depois encontrou outra causa. Bradou pela formação de um partido feminino, criou até o manifesto da agremiação”


Escrito por Ana Maria Tahan que é editora de Brasil do JB e neta de Cora Coralina.

(JB ONLINE)

Poesia inédita de Cora Coralina em http://jbonline.terra.com.br/destaques/coracoralina/cora_5.html

Aninha e suas pedras
(Cora Coralina)

Não te deixes destruir...
Ajuntando novas pedras
e construindo novos
poemas.
Recria tua vida, sempre,
sempre.
Remove pedras e planta
roseiras e faz doces.
Recomeça.
Faz de tua vida mesquinha
um poema.
E viverás no coração dos
jovens
e na memória das
gerações que hão de vir.
Esta fonte é para uso de
todos os sedentos.
Toma a tua parte.
Vem a estas páginas
e não entraves seu uso
aos que têm sede.

(Outubro, 1981)



Publicado por: Ana Paula 23h04
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1. Uma mulher com mais de 40, nunca vai te acordar no meio da noite, pra perguntar com o que você está sonhando... Simplesmente porque não lhe interessa com o que você está sonhando.

2. Se uma mulher com mais de 40, não quer assistir um jogo de futebol, ela não fica reclamando e andando em círculos no meio da sala. Ela simplesmente vai fazer algo que ela quer fazer, com grandes chances de ser muito mais interessante.

3. Uma mulher com mais de 40 se conhece o suficiente para estar segura de si mesma, para saber o que quer, para saber quem quer. São poucas as mulheres com mais de 40 que se importam com o que você pensa delas.

4. Uma mulher com mais de 40 já tem completa a sua cota de relações "importantes" e "compromissos". A ultima coisa que quer na sua vida, é outro amante possessivo.

5. As mulheres com mais de 40 são superiores. Nunca dão uma baixaria no meio do restaurante. Se você aprontou alguma, ela certamente pode até te acertar um tabefe, mas em regra simplesmente te abandona e depois não te quer ver nem pintado (por mais que  implore desculpas e diga que está arrependido.)

6. As mulheres com mais de 40 geralmente são muito carinhosas e te elogiam muito. Elas sabem - por já terem vivido isso nas relações "importantes" e nos "compromissos" - como é desagradável que a pessoa de quem gostamos não seja carinhosa e cuidadosa.

7. As mulheres com mais de 40 tem segurança o suficiente para te apresentar as suas amigas. Uma mulher mais jovem, quando está com você, pode ignorar a existência da sua melhor amiga.

8. As mulheres com mais de 40, independentemente da sua área de atuação, acaba se tornando meio psicóloga: Você não precisa confessar os seus pecados, porque elas sempre sabem.

9. Uma mulher com mais de 40 fica absolutamente linda com um batom vermelho.

10. Uma mulher com mais de 40 é honesta e direta: lhe dirá que você é um completo imbecil, se pensar mesmo isso de você.

11. Há muitas coisas legais pra dizer das mulheres com mais de 40 e pelas razões mais diferentes. Mas lamentavelmente isso não é recíproco: porque para cada mulher com mais de 40, inteligente, bem sucedida, atraente, charmosa, bonita e sexy tem um homem com mais de 40, gordo, largado, se achando e com uma mulher de 20 do lado dele.

 

* recebido por e-mail, sem autoria.



Publicado por: Monica 23h24
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